Está acontecendo desde as 13h desta quarta-feira (23) audiência no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília, para julgar a legalidade da greve e o corte de ponto dos servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que estão em greve nacional há 77 dias.
Em Manaus, as atividades estão prejudicadas desde o dia 7 de maio, quando os servidores locais decidiram aderir ao movimento. Esta semana, o comando de greve em Manaus enviou o servidor Wagny Andrade para Brasília com objetivo de unir forças nas manifestações do Distrito Federal.
Uma Plenária Nacional, realizada na semana passada com a presença de representantes de 20 Estados e do DF, decidiu manter a greve até que o governo apresente uma proposta. Em Brasília, o Comando de Greve informou que a adesão à paralisação aumentou na última semana.
Uma Plenária Nacional, realizada na semana passada com a presença de representantes de 20 Estados e do DF, decidiu manter a greve até que o governo apresente uma proposta. Em Brasília, o Comando de Greve informou que a adesão à paralisação aumentou na última semana.
Os servidores reivindicam Plano de Carreiras Específico, porque consideram haver diferença entre os salários que recebem. Outra solicitação é a não aprovação do Projeto de Lei número 549/09, que congela salários dos servidores e impede investimentos no setor público por dez anos.
Por conta da paralisação, os atendimentos de emissão de carteira de trabalho, seguro-desemprego e multas trabalhistas estão sendo prejudicados em todo país. No Amazonas, os serviços estão funcionando com 50% dos funcionários devido a uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ).