A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS) realizou nos dias 09 e 10 de julho, em parceria com a grife IODICE, o curso de biojoias ministrado pela designer italiana Francesca Romana, referência nacional e internacional em moda bijoux, onde um total de 40 artesãos, dentre iniciantes e profissionais, se reuniram para discutir sobre o tema e aprender novas técnicas.
Durante a abertura da capacitação, a titular da SDS, Nádia Ferreira, destacou que este é mais um desafio e oportunidade para quem trabalha nesse segmento no Amazonas. "Esta iniciativa faz parte do Projeto AME, uma oportunidade de ampliar habilidades já existentes no Estado que proporcionará emprego e renda, sendo um incentivo na formação de uma cadeia produtiva. Ao final do curso, cada participante desenvolverá uma peça, em que, uma dessas peças será selecionada e apresentada junto com a coleção da designer Francesca Romana, a ser lançada em janeiro de 2011", enfatiza.
Maravilhas da Amazônia
A designer Francesca Romana reside no Brasil há 25 anos, visita pela quarta vez o Estado do Amazonas, onde conheceu durante uma visita técnica no dia 08 de julho, os trabalhos realizados pelos artesãos da área central da capital amazonense. "A Amazônia é uma terra maravilhosa, eu trabalho bastante com sementes de tucumã em parceria com o Valdemar Iodice, nos desfiles do Fashion Week, sempre retratando um design bem amazônico que é bastante precioso. Este curso vai contribuir bastante para a aprendizagem da confecção da biojoia", relata a designer.
A artesã Rosineide Dias, disse que o respeito pelo próximo é fundamental para que o trabalho artesanal seja feito de forma consciente. "Nós temos que ter noção do que queremos ao trabalhar nossos produtos que são confeccionados com sementes e fibras. Desta forma, devemos praticar o manejo sustentável sem prejudicar a natureza", conta.
De acordo com dados do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), cerca de oito milhões de brasileiros tem o artesanato como fonte de renda. Com um custo de investimento relativamente baixo, o setor artesanal utiliza, em grande parte das categorias existentes, matéria-prima natural. Em Manaus existe uma associação dos artesãos dentro da Central de Artesanato Branco e Silva, esta é uma instituição de direito privado sem fins lucrativos, constituída com o objetivo de defender e zelar pelos interesses de seus associados.
Neste sentido, o curso tem por finalidade desenvolver no artesão uma visão do ato de criar, planejar e desenvolver a combinação dos produtos regionais e pedras semipreciosas da Amazônia para a confecção da biojoia, um termo utilizado às joias que tem como diferencial o uso da matéria prima vegetal sem agressão ao meio ambiente, dentro da ética e dos bons conceitos, para a obtenção do sucesso em um mundo cada vez mais competitivo.
Durante a abertura da capacitação, a titular da SDS, Nádia Ferreira, destacou que este é mais um desafio e oportunidade para quem trabalha nesse segmento no Amazonas. "Esta iniciativa faz parte do Projeto AME, uma oportunidade de ampliar habilidades já existentes no Estado que proporcionará emprego e renda, sendo um incentivo na formação de uma cadeia produtiva. Ao final do curso, cada participante desenvolverá uma peça, em que, uma dessas peças será selecionada e apresentada junto com a coleção da designer Francesca Romana, a ser lançada em janeiro de 2011", enfatiza.
Maravilhas da Amazônia
A designer Francesca Romana reside no Brasil há 25 anos, visita pela quarta vez o Estado do Amazonas, onde conheceu durante uma visita técnica no dia 08 de julho, os trabalhos realizados pelos artesãos da área central da capital amazonense. "A Amazônia é uma terra maravilhosa, eu trabalho bastante com sementes de tucumã em parceria com o Valdemar Iodice, nos desfiles do Fashion Week, sempre retratando um design bem amazônico que é bastante precioso. Este curso vai contribuir bastante para a aprendizagem da confecção da biojoia", relata a designer.
A artesã Rosineide Dias, disse que o respeito pelo próximo é fundamental para que o trabalho artesanal seja feito de forma consciente. "Nós temos que ter noção do que queremos ao trabalhar nossos produtos que são confeccionados com sementes e fibras. Desta forma, devemos praticar o manejo sustentável sem prejudicar a natureza", conta.
De acordo com dados do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), cerca de oito milhões de brasileiros tem o artesanato como fonte de renda. Com um custo de investimento relativamente baixo, o setor artesanal utiliza, em grande parte das categorias existentes, matéria-prima natural. Em Manaus existe uma associação dos artesãos dentro da Central de Artesanato Branco e Silva, esta é uma instituição de direito privado sem fins lucrativos, constituída com o objetivo de defender e zelar pelos interesses de seus associados.
Neste sentido, o curso tem por finalidade desenvolver no artesão uma visão do ato de criar, planejar e desenvolver a combinação dos produtos regionais e pedras semipreciosas da Amazônia para a confecção da biojoia, um termo utilizado às joias que tem como diferencial o uso da matéria prima vegetal sem agressão ao meio ambiente, dentro da ética e dos bons conceitos, para a obtenção do sucesso em um mundo cada vez mais competitivo.
Texto: Joyce Karoline